Rastreando uma fenda no espaço temporal que combinada com as partículas de pensamentos do momento, criaram um buraco negro em miniatura que absorveu luzes de meu raciocínio. Fazendo com que pensasse que no mundo haveria quatro tipos de pessoas:
As que pensam: Bom... se uma pessoa diz a outra que a ama, a própria linguagem supõe a expressão “para sempre”. Mas não tem sentido dizer...
Esse te amo, mais provavelmente só durará uns meses, ou uns anos, desde que continue a ser simpática(o) e agradável, ou não encontre outra(o) melhor, ou não fique feia(o) com a idade. Seria um “te amo” que implica “só por algum tempo”, não que exsita amor verdadeiro, e sim um “gosto de ti, me agrada , me sinto bem contigo, mas de modo algum estou disposto a entregar-me inteiramente, nem a te entregar a minha vida”.
As que pensam: Eu sei, tenho medo de que não me retribuam, acha que se eu pensar nos outros eles não pensarão em mim, que poderei ficar diminuído por ser sempre eu a ceder…
Mas quem foi que disse que o amor era um negócio?
Onde aprendi que era uma atividade centrada em mim mesmo, destinada a me dar satisfação?
O amor é um mau negócio... É, como escreveu Camões em um soneto lindíssimo, “cuidar que se ganha em se perder”. É uma loucura que leva a acreditar que enriquecemos quando nos damos... que só somos nós mesmos quando não queremos saber de nós.
Depois vêm as pessoas que não pensam mas seguem o primeiro tipo lá acima descrito, e por ultimo, as pessoas que não pensam mas seguem a segunda linha de raciocínio também ali acima descrito.
terça-feira, 26 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
"Vícios e virtudes"
Quem aqui ja não se cansou de estereótipos da atualidade?
Sempre as mesmas mesmíces, essa mídia caótica levando as pessoas a formarem mau-caráter, etc...
Eu não sei isso se deve pela minha idade, ou se eu estou realmente com a mente fechada. Mas de fato vejo isso acontecer a muita gente; alienação.
Não só aquela de levantar, trabalhar, retornar a casa, dormir e repetir tudo novamente. Vejo aquela alienação de querer sempre o melhor, melhor dizendo, vejo aquela insatisfação nas pessoas.
Pra mim isso é falta de viagens internas, ninguém parece se conhecer; querem sempre o que outro tem a oferecer, e não o que elas podem produzir. E não aquela idéia de que isso é instinto humano. Tanto que na antiguídade tinhamos mentes muito mais brilhantes que as nossas, creio eu que seja pelo autoconhecimento, pela autosatisfação, e tenho segurança o suficiente pra afirmar isso sem ter lido muito sobre.
Observando, não parece que as pessoas criaram vícios?
Pra quem não sabe, o contrário de vício, é virtude, que pra mim é uma das grandes carências atuais.
Precisamos nos conhecer melhor.
"A virtude é quando se tem a dor seguida do prazer; o vício, é quando se tem o prazer seguido da dor"
Qual dos caminhos acima temos seguido?
Sempre as mesmas mesmíces, essa mídia caótica levando as pessoas a formarem mau-caráter, etc...
Eu não sei isso se deve pela minha idade, ou se eu estou realmente com a mente fechada. Mas de fato vejo isso acontecer a muita gente; alienação.
Não só aquela de levantar, trabalhar, retornar a casa, dormir e repetir tudo novamente. Vejo aquela alienação de querer sempre o melhor, melhor dizendo, vejo aquela insatisfação nas pessoas.
Pra mim isso é falta de viagens internas, ninguém parece se conhecer; querem sempre o que outro tem a oferecer, e não o que elas podem produzir. E não aquela idéia de que isso é instinto humano. Tanto que na antiguídade tinhamos mentes muito mais brilhantes que as nossas, creio eu que seja pelo autoconhecimento, pela autosatisfação, e tenho segurança o suficiente pra afirmar isso sem ter lido muito sobre.
Observando, não parece que as pessoas criaram vícios?
Pra quem não sabe, o contrário de vício, é virtude, que pra mim é uma das grandes carências atuais.
Precisamos nos conhecer melhor.
"A virtude é quando se tem a dor seguida do prazer; o vício, é quando se tem o prazer seguido da dor"
Qual dos caminhos acima temos seguido?
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